Fonte: Elaine
Patrícia Cruz/Agência Brasil
Em junho, o custo da cesta básica caiu
em dez das 17 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica,
divulgada hoje (04) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese). Nas demais capitais analisadas pelo Dieese, o custo
da cesta subiu.
Segundo
o Dieese, as quedas mais expressivas ocorreram em Brasília (6,65%), Aracaju
(6,14%) e Recife (5,18%). As maiores altas foram registradas em Florianópolis
(1,44%), Rio de Janeiro (1,16%), Belo Horizonte (1,05%) e Campo Grande (1,03%).
De janeiro a junho deste ano, todas as capitais analisadas acumularam aumentos,
com destaque para Vitória (20,20%). A menor taxa foi registrada em Campo Grande
(1,29%).
A
cesta mais cara do país é a de São Paulo, onde o conjunto de alimentos essenciais
custava, em média, R$ 501,68, seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 498,67) e por
Porto Alegre (R$ 498,41). As cestas mais baratas foram observados em Aracaju
(R$ 383,09) e Salvador (R$ 384,76).
Salário mínimo
Com
base na cesta mais cara do país, que foi observada em São Paulo, o valor do
salário mínimo em junho, necessário para suprir as despesas de um trabalhador e
da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene,
transporte, lazer e previdência, seria de R$ 4.214, 62, ou 4,22 vezes o mínimo
de R$ 998,00.

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