Fonte: SECOM/PMFS
Foto: Luis Troina - SECOM/PMFS
A quantidade de expositores que participou da segunda edição do
projeto ‘Arte na avenida’, neste domingo, 14, mais de 40, foi cinco vezes maior
do que a registrada na sua estreia, mês passado. A presença de público também
foi várias vezes maior, de acordo com a organização, do que o visto na primeira
edição.
O aumento
exponencial de artistas e pessoas com trabalhos ligados às artes, está
relacionado à filosofia do projeto: não é preciso autorização ou pagamento de
taxas. É chegar com a banca e a produção e pronto: a avenida o espera para que
mostre a sua arte.
As bancas
formaram um colorido corredor no canteiro central da avenida Getúlio Vargas.
Pode-se ver de tudo relacionado às artes: quadros, esculturas de todos os
tamanhos, bisquis, artesanato, fotografias, panos de prato. Algumas bancas
ofereceram biscoitos. No geral, os preços são acessíveis.
O sol, que
brilhou, também colaborou para que a feirinha, resultado de parceria de
artistas e o apoio da Prefeitura de Feira de Santana, por meio da Secretaria de
Cultura, Esporte e Lazer, se mostrasse movimentada. O cantor Toinho Campos fez
uma apresentação especial.
“A ideia foi
materializada a partir da observação da necessidade da realização de eventos
que movimentassem o final de semana em Feira”, disse o fotógrafo Ângelo Pinto.
“E neste espaço artistas mostrem e vendam seus trabalhos. Tudo aqui é muito democrático.
Por isso, a tendência é crescer”.
O secretário
Edson Borges disse que a essência do projeto é a adesão dos artistas. “Cada um
traz sua banca e o que deseja mostrar ao público, e os colocam onde achar
melhor. Local melhor para esta interação, troca de experiência, não há”.
Domingos
Santeiro levou imagens de santos e objetos antigos, mais folhetos de cordel.
“Neste ambiente me senti como peixe dentro d’água”, brinca. “Falando sério,
aqui é um ponto de encontro dos mais importantes, porque todas as formas de
artes estão presentes”.
“Tudo que é
ligado às artes é bem vindo”, disse a estudante Rute Marinho, que comprou um
bisqui. “Aqui além do contato, compartilha-se experiências, conhecimentos e
novas técnicas”, afirmou a artesã Catiane Weyne.
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