Fonte: SECOM/PMFS
Fotos: Raylle Ketlly- SECOM/PMFS
O
preenchimento da ficha de Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT) e a
utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) pelos profissionais
de saúde foram algumas das orientações passadas durante Sessão Científica da
Vigilância Epidemiológica. O evento foi realizado no auditório da Secretaria
Municipal de Saúde.
A Sessão teve como tema
“Acidente de trabalho grave com exposição a material biológico na rede de
atenção à saúde”, e contou com a colaboração dos profissionais do Centro de
Referência a Saúde do Trabalhador (Cerest).
“Alguns profissionais de
saúde, por exemplo, usam a perda do tato como justificativa para não usar luva,
mas o uso desse equipamento previne contra diversas situações de acidentes de
trabalho e contaminação”, afirma o enfermeiro do Cerest, Raimundo Mozar.
Diante
de uma situação de acidente de trabalho com contaminação sanguínea, Raimundo
Mozar (foto) orienta aos profissionais que “informem aos seus superiores para
as medidas cabíveis e realização de testes rápidos para hepatites”.
Ainda de acordo com Raimundo,
a ficha de Comunicação de Acidentes de Trabalho é algo que não deve ser
dispensado. “Alguns profissionais acreditam que por gerar afastamento, a ficha
não deve ser emitida, mas é importante o seu preenchimento e necessário sua
emissão”, explica.
Para a referência técnica da
Vigilância Epidemiológica, Neuza Santos, o encontro é uma forma de capacitar e
melhor qualificar os profissionais. “Capacitando os profissionais melhoramos a
qualidade do serviço de saúde municipal. Através deles, a população pode receber
orientações mais precisas e esse é o objetivo da Sessão Científica”, afirma.
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