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| As doações podem ser feitas para a APAE |
Fonte:
SECOM/PMFS
Foto:
ACM - SECOM/PMFS
Os
contribuintes do Imposto de Renda (IR) em Feira de Santana podem
destinar parte da contribuição à Receita Federal para a execução de projetos
sociais voltados para as crianças e adolescentes em situação de
vulnerabilidade.
Para
isso, na declaração, basta destinar 6% do montante devido, no caso de pessoa
física, ou 1% para pessoa jurídica, para o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente. A
contribuição pode ser feita até 31 de maio.
Para
fazer a destinação basta abrir o programa ou aplicativo da declaração do IRPF
2021 e seguir o passo a passo.
No
link “fichas de declaração” selecionar: “doações diretamente na declaração –
ECA”; selecionar o tipo de fundo: municipal; selecionar a UF: BA; selecionar o
município: Feira de Santana; escolher o valor da doação: o próprio sistema da
receita irá calcular qual o valor disponível para doação; o sistema irá gerar
uma DARF após o envio da declaração.
“A
aplicação dos recursos contribui para amenizar os problemas vividos por este
setor da sociedade, impactando positivamente na vida de pessoas em situação de
vulnerabilidade”, afirma o secretário de Desenvolvimento Social, Antônio Carlos
Borges Júnior.
Instituições em situação
regular
O
Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Feira de Santana,
no ano passado, recebeu R$ 400 mil em doações através de dedução na declaração
do IR.
O
Dispensário Santana recebeu R$235 mil através de uma doação direcionada da
Vipal Borrachas, que está entre as maiores apoiadoras entre pessoas jurídicas
da campanha, junto com as empresas Belgo Bekaert Arames e Pirelli. O restante
do valor foi dividido entre a APAE (Associação de Pais e Amigos dos
Excepcionais), CEACRI (Clínica Esperança de Amparo à Criança) e Fundação
Presidente Getúlio Vargas.
“É
importante que as instituições estejam em situação regular com a documentação”,
afirma o secretário de Desenvolvimento Social. Segundo Antônio Carlos, no ano
passado, apenas quatro, de dez instituições foram contempladas. "Por
questões jurídicas, como falta de documentação, as demais não foram aprovadas”,
acrescenta.

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