Fonte:
SECOM/PMFS
Foto:
Izinaldo Barreto – SECOM/PMFS
Feira de Santana é uma das
três cidades da Bahia que participa de pesquisa sobre o mosquito Aedes aegypti,
que utiliza armadilhas com levedura de cerveja. A iniciativa é do Ministério da
Saúde por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
As ovitrampas são
equipamentos que simulam o ambiente perfeito para a procriação do Aedes –
mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya.
Trata-se de um vaso plástico
na cor preta, preenchido com levedura de cerveja e com uma paleta de
eucatex para aderência dos ovos, que serão analisados com lupa apropriada no
laboratório de entimologia do município, sendo após encaminhado à
Fiocruz.
O equipamento é retirado a
cada sete dias e substituído por outro. Durante o período não pode haver
interferência, nem derrubar. Por isso são colocados longe de crianças e
animais.
Esses locais são
determinados pelos agentes do Centro Municipal de Referência em Endemias da
Prefeitura de Feira, que fazem todo o processo. São 98 bairros contemplados com
a pesquisa.
“A pesquisa não traz riscos
para proliferação do mosquito, já que é retirado antes mesmo de se tornar
larva. É um trabalho muito importante para identificar a eficácia dos
larvicidas e inseticidas, para descobrir se o mosquito criou resistência aos
venenos e, se tiver, fazer as adaptações”, afirma Edilson Matos, coordenador do
Centro de Endemias.

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