Fonte: ASCOM/ALBA
Preocupa
– muito – ao presidente da Assembleia Legislativa (ALBA) deputado Adolfo
Menezes (PSD) a atual escalada de disseminação do coronavírus, que pressiona de
tal maneira os serviços públicos e privados de saúde a ponto de colapso ser uma
possibilidade, caso a população não se conscientize e faça a sua parte.
No
exato momento em que entram em vigor medidas excepcionais, como o toque de
recolher na maior parte da Bahia, ele considera um dever restringir ainda mais
o acesso ao Parlamento e já determinou à Superintendência de Recursos Humanos o
imediato incremento do trabalho remoto, reduzindo ao mínimo as atividades que
requeiram presenças de funcionários na ALBA. A circulação de pessoas no local
será ainda mais restringida a partir da próxima segunda-feira (22).
De
igual modo, solicitou aos deputados que minimizem a quantidade de assessores em
seus gabinetes, bem como o atendimento externo. Para o deputado Adolfo Menezes,
as próximas semanas serão cruciais para a contenção da pandemia e, sem o
concurso de todos, esse prazo será alargado e o sofrimento ampliado, com
internações e óbitos que poderiam ser evitados. Ficar em casa, frisa, não é
vacina, “mas é a melhor prevenção que a ciência encontrou para deter esse
flagelo inédito, até que o ritmo de vacinação aumente e imunize nossa gente,
pois as autoridades não podem tudo.
O
governador Rui Costa, o prefeito Bruno Reis e tantos outros prefeitos têm
cortado na carne, trabalhado duro; mas sem a compreensão e o apoio de todos, a
provação será ainda maior”.

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