Fonte:
SECOM/PMFS
Foto:
Izinaldo Barreto - SECOM/PMFS
O que era para ser regra, o uso da máscara
de proteção como meio de prevenção à contaminação da Covid-19, está virando
exceção. Principalmente nos bairros, onde é comum vir grupos sem proteção
mecânica.
O
distanciamento, outra maneira de evitar a infecção, também vem sendo diminuído.
O ideal seria 1,5 metro, mas o que se vê é o encurtamento, que ficou em poucos
centímetros.
O
comportamento das pessoas sinaliza que elas perderam a noção ou medo do perigo
da transmissão horizontal desta infecção, bem como os seus efeitos danosos no
organismo – em caso de complicação.
A
infectologista Melissa Falcão, que coordena o Comitê Municipal de Enfrentamento
ao Coronavírus, diz existir uma relação direta deste comportamento com o
aumento do número de infectados nos últimos dias.
“Não
é hora de relaxar, mas intensificar com esta medida de proteção, que é simples,
eficiente e barata”, afirma a médica.
Nas
ruas do centro, ainda se vê pessoas sem a devida proteção, mesmo que em baixo
número, ou usando máscaras de maneira inadequada, em maior quantidade, como
posicionada no queixo, cobrindo apenas a boca ou o nariz.
Em
alguns nichos, a ausência das máscaras é mais sentido. Como entre os vendedores
de frutas e verduras, localizados na praça Bernardino Bahia e na rua Marechal
Deodoro – principalmente em frente ao Supermercado G Barbosa.
Lá,
praticamente todos os vendedores destes produtos ficam com nariz e boca
descobertos durante todo o dia de trabalho. As negociações são feitas
diretamente, coisa de pouco mais de um metro de distância.
O
problema aumenta com a proximidade entre os transeuntes, devido o estreitamento
causado pelo posicionamento dos tabuleiros e barracas. Se não prestar atenção,
perigosamente esbarram uns nos outros.

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