Fonte: SECOM/PMFS
Foto: Izinaldo Barreto- SECOM/PMFS
Um local seguro e confortável, como afirma o comerciante
Júlio Luiz (foto - abaixo): “É uma infraestrutura muito boa. Estamos bem
instalados, com segurança e protegidos da chuva e do sol. Acredito que teremos
boas vendas”, diz confiante.
Instalado na rua 07, ele mantinha uma
barraca no centro da cidade. Embora já esteja comercializando no novo
espaço, diz que ainda vai utilizar o serviço de transporte da Prefeitura
para remover as mercadorias e materiais.
Viabilizado
por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento
Econômico (SETTDEC), o transporte, que é gratuito, pode ser agendado na entrega
das chaves do boxe ou através do número 3623-0156.
“O
serviço é para ajudar o ambulante no seu deslocamento, dando a ele condições
para iniciar a comercialização no novo espaço. Além do veículo, existem pessoas
que poderão auxiliá-lo”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico,
Antônio Carlos Borges Júnior.
Outro empreendedor que está se instalando
no Shopping Popular é Wellington Leite (foto), proprietário da loja Séculos
Jeans. Há 22 anos no ramo de confecções, ele adquiriu sete boxes com a
expectativa de ampliar as vendas.
“Dizem
que aqui é onde você vai crescer de verdade. Então, esse é o meu objetivo.
Estou organizando tudo com a expectativa de mudar para o melhor”, pontua.
Devido
à pandemia provocada pela Covid-19, os lojistas devem seguir os protocolos de
distanciamento social, uso de máscara e oferta de álcool em gel para os
clientes.
NOVO CENTRO
A
mudança dos ambulantes e camelôs para o Shopping Popular está respaldada em uma
ação do Ministério Público para assegurar o direito de ir e vir do pedestre,
principalmente dos idosos e deficientes físicos, como reforça o secretário
Antônio Carlos Borges Júnior.
“Estamos
viabilizando um novo centro, um projeto de requalificação do centro comercial
com ações programadas e sincronizadas. Por isso, pedimos que os comerciantes se
adequem e façam a mudança o quanto antes, para evitar qualquer tipo de mal
estar já que as obras provocam poeira, mudanças de logística, entre outras
coisas”, enfatiza.

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