Fonte:
SECOM/PMFS
Foto:
Andrews Pedra Branca
Motoristas e cobradores que atuam no Sistema Integrado de
Transporte (SIT) de Feira de Santana estão participando de capacitação sobre
Noções Básicas de Controle a Incêndio.
A iniciativa,
que conta com apoio do Governo do prefeito Colbert Martins Filho, visa orientar
os operadores do transporte quanto à identificação do estado do extintor,
observação do lacre, pino de segurança, manômetro, gatilho, punho, difusor,
alça de transporte, mangueira e rótulo de instrução fazem parte dos itens a
serem checados quando estão trabalhando embarcados nos ônibus coletivos que
prestam atendimento ao usuário do município.
Segundo
Adriana Oliveira, técnica em Segurança do Trabalho da concessionária de
transporte urbano São João, existem diferentes tipos de extintores para cada
tipo de incêndio.
“Um incêndio
pode ser causado por vários materiais diferentes e cada agente é responsável
pelo combate de cada um”, explica a técnica.
Extintores
com classificação A (base de água - H2O) são indicados para incêndios que
possuem como princípio de extinção o resfriamento e agem em materiais como
madeiras, tecidos, papéis, borrachas, plásticos e fibras orgânicas.
Já extintores
com gás carbônico (CO2) são indicados para incêndios da classe B e C. Seu
princípio de extinção ocorre por abafamento e resfriamento e age em materiais
combustíveis e líquidos inflamáveis e também contra fogo oriundo de
equipamentos elétricos.
Extintores à
base de pó químico também são indicados para incêndios das classes B e C, porém
com princípio de extinção por meio de reações químicas. A depender da
classificação [A/B/C] pode ser usado para a contenção de fogo de praticamente
qualquer natureza.
“Todos os
colaboradores estão aptos para uma possível situação de sinistro que envolva
incêndio, sabendo como usar o extintor e combater as chamas corretamente”,
explica.
O motorista
Antônio Juscelino Santos destacou a importância do curso promovido pela
empresa, “pois nem todos [motoristas] conhecem bastante como e qual extintor
utilizar em situações de risco, principalmente porque estamos diariamente no
trânsito e transportando vidas”.

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