Fonte:
SECOM/PMFS
Foto:
Jorge Magalhães - SECOM/PMFS
Remédios expostos à venda com prazo de validade vencido,
estabelecimentos sem farmacêutico, medicamentos sem preços à vista e falta do
Código de Defesa do Consumidor nortearam a fiscalização da Superintendência
Municipal de Defesa do Consumidor (Procon-FSA) e do Conselho Regional de
Farmácias em Feira de Santana, nesta segunda-feira, 22.
Todos os
fabricantes são obrigados a colocar na embalagem dos remédios as datas de
fabricação - mês e ano, bem como a da sua validade - mês e ano. O prazo de
validade indica que a partir daquele dia o remédio perde a sua eficácia.
Os fiscais, à
frente o superintendente do órgão de defesa do consumidor da Prefeitura, Ícaro
Ivvin, estiveram em vários estabelecimentos, onde algumas irregularidades foram
observadas, como medicamentos vencidos ou vencendo – também inadequado para a
venda.
As farmácias
onde foram constatadas irregularidades foram notificadas e os seus donos
orientados a acondicionar os medicamentos longe das prateleiras, para posterior
envio para o correto descarte – medicamentos não devem ser levados para aterros
sanitários. Devem ser incinerados.
Os donos das
farmácias ficam como fieis depositários das embalagens até que providencias
sejam adotadas para o seu recolhimento.
“Uma caixa de
medicamento de uso contínuo e com 30 comprimidos e com prazo de validade em
julho, por exemplo, não deve ser vendido porque o paciente vai consumir
medicamento vencido”, disse Ícaro Ivvin. A orientação é que não seja vendido.
O chefe da
Fiscalização do Procon, Camilo Cerqueira, orienta para que os consumidores
fiquem atentos às informações sobre datas de fabricação e a validade – a mesma
atenção vale para os alimentos. “A atenção vai evitar problemas futuros”.
Quando há
citação apenas do mês, diz Camilo Cerqueira, do ponto de vista da fiscalização,
entende-se que o medicamento deve ser recolhido das prateleiras logo no início
do mês. Do prisma comercial, a retirada deve acontecer no final do período.
Além da
presença do farmacêutico, diz o fiscal do Conselho da categoria, Rodrigo Matos,
os estabelecimentos são responsáveis pela descarte correto daqueles inadequados
para o consumo.
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