Fonte: SECOM/PMFS
Foto: Tiara Brandão - SECOM/PMFS
A abertura da exposição Retrospectiva, do artista
plástico e arquiteto feirense Luiz Humberto Carvalho, marcou a comemoração de
aniversário do Museu de Arte Contemporânea Raimundo Oliveira (MAC), na noite da
última terça-feira, 23. As esculturas e desenhos expostos são criados a partir
de materiais normalmente destinados à arquitetura e contam com a inovação dos
recursos de computação gráfica.
A mostra
contém 63 peças de estilo único, consideradas vanguardistas e
irreverentes. Uma marca própria, facilmente reconhecida em objetos e estruturas
de design arrojado, ou em construções modernas em várias cidades do Brasil e do
mundo.
“Primeiramente
quero dizer que me sinto honrado em expor aqui no MAC. Sobre as minhas obras,
eu abordo as minhas vivências, coisas que fazem parte da minha rotina. Trago
também elementos do candomblé, que é uma área muito rica em cor e
movimento. Eu me inspiro no mundo, porque vivemos em uma aldeia global e temos
acesso ao mundo”, destacou o artista.
O evento que
marcou os 23 anos de existência do MAC contou com a presença de artistas de
diferentes segmentos, políticos e personalidades. Para Edson Machado,
diretor do museu há 21 anos, trazer um artista renomado como Luiz Humberto de
Carvalho é uma excelente forma de comemorar. “O Mac está aqui há anos
proporcionado cultura em Feira de Santana. Só temos que celebrar. Estou feliz
com o resultado alcançado”, frisou o diretor.
Ele ressalta
que embora a maioria da população feirense desconheça, o monumento à heroína
Maria Quitéria, localizado no cruzamento das avenidas Getúlio Vargas e Maria
Quitéria, é um trabalho desenvolvido em parceria entre Luiz Humberto e Juracy
Dórea. “Eu fui convidado como arquiteto e chamei Juracy para desenvolver o
conceito da escultura de Maria Quitéria”, lembra Luiz Humberto.
Uma das
presenças ilustres do evento, o cantor Djalma Ferreira considera o MAC um
espaço cultural singular e essencial para a cidade. “Aqui a gente
encontra de tudo. Música, arte plástica e urbana, dança, entre outras coisas. O
Mac é o berço da cultura feirense. São 23 anos de fomento à arte”, comentou
Djalma.
A exposição
também faz parte da programação de aniversário da Fundação Cultural Egberto
Costa, administração descentralizada da Prefeitura de Feira de Santana, e
segue até o dia 24 de agosto.


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