Texto: Luci
Ribeiro/ESTADÃO
Foto: Paulo Vitor/ESTADÃO
O
Ministério do Planejamento autorizou o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) a contratar por tempo determinado até 26.440 profissionais
para realizar o Censo Agropecuário 2017. A decisão está publicada no Diário
Oficial da União (DOU).
As contratações devem ser
efetuadas por meio de processo seletivo simplificado e a remuneração será
definida pelo IBGE. O prazo de duração dos contratos será de até um ano, com
possibilidade de prorrogação até o limite máximo de três anos, desde que devidamente
justificada e com base nas necessidades de conclusão da pesquisa.
As despesas com as contratações
ficam a cargo do IBGE. A autorização, no entanto, está "condicionada à
declaração do ordenador de despesa responsável quanto à adequação orçamentária
e financeira da nova despesa com a Lei Orçamentária Anual e sua compatibilidade
com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias".
O levantamento estava cancelado
devido ao corte orçamentário. Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística, Paulo Rabello de Castro, apenas para a primeira fase
de preparativos do Censo, são necessários R$ 266 milhões, contou o presidente.
No total, o levantamento consome mais de R$ 1 bilhão.
Segundo
Castro, o adiamento do Censo Agropecuário - que originalmente deveria ter
começado em 2015 para ser divulgado em 2017 - pode ter como aspecto positivo
uma modernização da metodologia, que passaria a incluir informações também
sobre meio ambiente e sustentabilidade.

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