Fonte:
Ascom/SJDHDS
Foto: Ana Paula Bispo/SJDHDS
O Conselho Estadual de Juventude (Cejuve) elegeu, nesta quinta-feira
(9), a mesa diretora para a gestão 2017/2018, em encontro realizado no Espaço
Crescer, na Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre). Pela
primeira vez na história do Conselho, a gestão será comandada por duas
mulheres: Natália Gonçalves, representante do Governo do Estado, é a nova
presidente, enquanto Rebeca Benevides, representante da sociedade civil, foi
eleita vice. A secretaria-executiva permanece sob comando de Fernando Maltez.
“Eu venho de uma trajetória de luta no movimento social, que me levou ao
poder público, através da Secretaria de Política pelas Mulheres. Por isso, me
coloco aqui como alguém que vem e compõe as fileiras do movimento social, como
feminista, como mulher negra, e como alguém aberta ao diálogo. A juventude
baiana precisa de políticas públicas e como presidente do Cejuve, me coloco na
posição de dialogar por essas ações”, destacou Natália, logo após ser eleita
presidente.
A vice-presidência será ocupada por Rebeca Benevides, que foi eleita
pelas 20 entidades da sociedade civil que possuem titularidade no Conselho.
Rebeca agradeceu a confiança dos demais conselheiros e das duas outras
postulantes ao cargo. “Agradeço a vocês pela confiança e agradeço às duas
companheiras que participaram do pleito. Entendo a responsabilidade que agora
carrego nos ombros e espero conseguir representar cada um de vocês”, disse.
Nesta sexta (10), às 14h, a mesa diretora eleita toma posse no auditório da
Secretaria da Agricultura (Seagri), com a participação do secretário de Justiça,
Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, Carlos Martins.
Cejuve
Criado em 2008, via decreto, e fortalecido com a sanção da Lei Estadual
em 2015, o Cejuve é um órgão colegiado, de caráter consultivo, vinculado à
SJDHDS. Ele é formado por 20 representantes do Poder Público, entre titulares e
suplentes, de secretarias que desenvolvem ações e projetos direcionados à
juventude, e 40 representantes da sociedade civil, entre titulares e suplentes,
de entidades, movimentos sociais, redes de jovens e organizações
não-governamentais.

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