Fonte: SECOM/PMFS
Diretor do Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, Didier Trebucq vem a
Feira de Santana no próximo dia 14 para participar como palestrante do 1º Fórum
Internacional de Desenvolvimento Sustentável, no Teatro da Câmara dos Dirigentes
Lojistas (CDL). Ele abrirá o evento com amplo debate sobre “Agenda Global 2030
— Objetivos Para o Desenvolvimento Sustentável”.
A iniciativa, que
está sendo viabilizada pela Prefeitura, através da Secretaria de Trabalho,
Turismo e Desenvolvimento Econômico, terá como central “Objetivos do
Desenvolvimento Sustentável”, que abordará as 17 macrometas definidas pela
Organização das Nações Unidas (ONU).
De nacionalidade
francesa, Trebucq é formado em economia, mestre em Ciência do Desenvolvimento
Sustentável, com especialização em Economia do Meio Ambiente pelo Imperial
College London, no Reino Unido, e mestre também em Administração de Negócios
pelo Institut Francais de Gestion, na França.
Com mais de 13 anos
de atuação no PNUD, foi representante residente adjunto no Peru (2010 – 2015),
onde liderou o apoio prestado pelo PNUD na organização da Conferência Mundial
sobre Mudança Climática COP20, em Lima; foi representante residente adjunto na
Guiana (2008-2010) e também trabalhou na cooperação programática regional
juntamente com a CARICOM (Comunidade dos Estados Caribenhos); além disso,
assumiu o posto de representante residente interino do PNUD na Guiana, por oito
meses.
Didier Trebucq foi líder de equipe do PNUD para recuperação pós-tsunami no sul da Índia (2005-2008) e oficial de programa para Prevenção de Crises e Recuperação no PNUD Índia (2002-2005). Também atuou em duas missões nas Ilhas Salomão (2007) e em Burkina Faso (2009), com o objetivo de prestar apoio aos dois países no desenho de estratégias de recuperação e coordenação de assistência humanitária pós-desastre.
Antes de ingressar
no Sistema das Nações Unidas, foi chefe de delegação da Cruz Vermelha na
Colômbia e no Equador, administrador do Médicos sem Fronteiras no Quirguizistão
e no Tajiquistão e, durante cinco anos, executivo no setor de bancos privados
na França.

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