Texto: SECOM/PMFS
Fotos: Robélio Junior
Desde que foi iniciada, no
ano passado, a Operação Feira Quer Silêncio, coordenada pela Secretaria
Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais - SEMMAM, já resultou na
apreensão de 678 aparelhos sonoros, sendo 618 em todo o ano de 2013 e 60 este
ano. Todo o material apreendido foi apresentado ao prefeito José Ronaldo de
Carvalho e a profissionais de imprensa na tarde desta quarta-feira, 26/03, no
depósito do Departamento de Iluminação Pública.
A maior parte da aparelhagem
apreendida é de som automotivo, a exemplo de quatro “paredões” -
equipamentos que necessitam de engates para serem carregados. Também foram
registradas quatro apreensões de Jukebox (Karaokê), que por conter dinheiro nas
máquinas, foram enviadas diretamente para o Complexo Policial a fim de proceder
as providencias de praxe.
Também acompanharam a
apresentação o secretário de Meio Ambiente, Roberto Tourinho, representantes da
Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e da Polícia Militar. O secretário
observa que a ação é contínua. Segundo ele, antes dos equipamentos apreendidos
serem levados para o depósito da prefeitura, em cada caso é formalizado um
inquérito policial, no qual os proprietários são ouvidos.
Concluída essa etapa o
inquérito é enviado para o juizado criminal. A partir daí a justiça determinará
as penalidades legais, podendo resultar em aplicação de multas ou penas
alternativas. A operação, deflagrada conjuntamente com a Polícia Militar, SMT,
e Ministério Público, também resulta, em alguns casos, na apreensão de armas e
drogas, bem como veículos em situação irregular.
Até agora dos quase 700
equipamentos de som apreendidos, apenas quatro foram devolvidos mediante
autorização judicial. O prefeito José Ronaldo agradeceu aos demais órgãos pelo
apoio na fiscalização e destacou que “a intenção não é dar prejuízo a ninguém,
mas garantir a tranqüilidade das famílias, quer seja no centro da cidade,
bairros ou distritos”.
OPERAÇÃO
A Medicina é unânime quanto aos malefícios causados à saúde pela poluição sonora. Segundo especialistas a exposição constante ao barulho, potencializa até mesmo a perda da audição. Por isso a Legislação considera crime ambiental o uso de som acima de 70 decibéis. Dependendo do horário e local, o volume considerado pode ser ainda menor.
A Medicina é unânime quanto aos malefícios causados à saúde pela poluição sonora. Segundo especialistas a exposição constante ao barulho, potencializa até mesmo a perda da audição. Por isso a Legislação considera crime ambiental o uso de som acima de 70 decibéis. Dependendo do horário e local, o volume considerado pode ser ainda menor.
Com base na legislação a
Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMMAM), a
Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e a Polícia Militar e Ministério
Público, criaram a Operação Feira Quer Silêncio.
A ação conjunta resultou na
apreensão de uma quantidade impressionante de equipamentos de som. Em 2013
foram retiradas das ruas 618 aparelhagens, todas de porte médio e grande,
flagradas em situação de crime ambiental.
.jpg)

Nenhum comentário:
Postar um comentário