Texto: Sabrina Craide/Agência Brasil
Termina na madrugada do
próximo domingo (16/02) o horário de verão, e os relógios devem ser atrasados
em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
O governo ainda não divulgou
os impactos da medida para o país. A expectativa do Ministério de Minas e
Energia era que a redução da demanda nos horários de pico, com a adoção do
horário de verão no período 2013-2014, ficasse entre 4,5% e 5%, com redução de
consumo geral do sistema de 0,5% em média.
No Distrito Federal, a
redução da demanda máxima de energia no horário de pico (das 18h às 21h) foi
4%, representando demanda da ordem de 45 megawatts (MW). Segundo a Companhia
Energética de Brasília (CEB), a redução equivale a, aproximadamente, um alívio
no carregamento do sistema correspondente à carga da cidade do Guará no horário
de ponta.
No Brasil, o horário de
verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então
presidente Getúlio Vargas. A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando
os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol, e a
luminosidade natural pode ser melhor aproveitada, reduzindo o consumo de
energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas,
que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidrelétricas. Também no
fim do ano há um aumento na demanda por energia, resultante do calor e do
crescimento da produção industrial por causa do Natal.
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